“Raízes, bloody raízes”

Quem, Karai?

Um grupo de amigos, visceralmente ligado à cena da música alternativa, rock e metal, no underground de Belo Horizonte, Minas Gerais, desde o início da década de 1980. Considerada por muitos como a capital do Metal do Brasil, a cena produziu, e ainda produz, cultura rica, atitude e influência forte em vários lugares do mundo. Somos e estamos engajados no objetivo de amplificar as vozes que gritam no Brasil. Um Marshall do Karai no volume 11.

De onde vem o Karai?

Ao centro, o zênite, Nhanderu, o Grande Pai.

O nome vem das raízes da mitologia e cultural indígena do Brasil, especificamente dos Guaranis.

O mito da criação Guarani gira em torno do Deus Nhanderu (existem outras grafias para o nome), que é considerado o primeiro, o Grande Pai. O povo Guarani é politeísta, mas Nhanderu está acima dos demais. Em narrativa semelhante em tantas outras culturas, antes de Nhanderu havia apenas o caos e a escuridão. Nhanderu se autocriou na forma de uma árvore.

Outra parte importante para o Brasil da mitologia Guarani é que no centro do mundo está uma palmeira (Pindo). E daí lembramos do nome Guarani para o Brasil, que é Pindorama, ou seja, Terra das Palmeiras.

Nhanderu teve quatro filhos: Jakaira, Karai, Nhamandu e Tupã. Cada um dos filhos de Nhanderu foi relacionado a um ponto cardeal: norte, sul, leste, oeste.

O Norte é Jakaira, deus da neblina vivificante e das brumas que abrandam o calor, origem dos bons ventos.

No Sul, Nhamandu, deus do Sol e das palavras, representa a origem do tempo-espaço primordial.

No Oeste, Tupã é deus das águas, do mar e de suas extensões, das chuvas, dos relâmpagos e dos trovões.

Karai é o Mensageiro do Leste. Deus do Fogo e do ruído do crepitar das chamas sagradas.

Nossa Filosofia

De nada valem as ideias sem pessoas que possam colocá-las em prática.

Valores & Objetivos

  • Respeitar e promover a mistura primordial de arte, rock e cultura.
  • Respeitar o nosso irmão fã de música e de arte.
  • Buscar sempre a melhor qualidade possível.
  • Crescer e reinvestir em prol da cena cultural da qual fazemos parte.
  • Fazer trocadilhos do Karai, sempre.

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